sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A dama com o gorro vermelho, tásaver? (Uma versão muito à frente da história do Capuchinho Vermelho)



 
Tás a ver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena! A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver?
E então disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das  árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod...
É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoo, tá td? Dd tc?
- Tásse... do gueto alí! E tu... tásse? - disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá kuma moka do camano!
- Marado, marado!... Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de pildra se me cata...
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver? Manda um toque na porta, a velha 'quem é e o camano' e ele 'ah e tal, e não sei quê, que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na...'.
A velha abre a porta e PIMBA, o dog papa-a toda... Mas mesmo, abre a bocarra e o camano e até chuchou os dedos...
O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL... o gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à maneira, tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.
- Basa aí cá pa dentro! - grita o dog.
- Yo velhita, tásse?
- Tásse e tal, cuma moca do camâno... mas na boa...
- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí...
- Bacano, pa ver se trato esta cena.
- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?
- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?
- Yah, yah... E os abanos, bué da bigs, pa ke é?
- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?
- Yah, bacano... e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que é a cena?
- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pita dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates do man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir agaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo alí, o mano china a belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha. Ina man, e a malta a gregoriar-se toda!!!
E prontes, já tá...
 
JoCortez 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

16 citações + 1 de Shel Silverstein para colorir a nossa infância

     A Light in the Attic


1. “​Listen to the mustn’ts, child,
Listen to the don’ts.
Listen to the shouldn’ts.
The impossibles, the won’ts.
Listen to the never haves.
Then listen close to me—
Anything can happen, child,
Anything can be.” - Where the Sidewalk Ends


2.”How much good inside a day?
Depends how good you live ‘em.
How much love inside a friend?
Depends how much you give ‘em.” - A Light in the Attic



3. “There is a voice inside of you
That whispers all day long,
‘I feel this is right for me,
I know that this is wrong.’
No teacher, preacher, parent, friend
Or wise man can decide
What’s right for you — just listen to
The voice that speaks inside.” - Falling Up



4. “It’s amazing the difference
A bit of sky can make.” - Where the Sidewalk Ends



5. “When the light turns green, you go. When the light turns red, you stop. But what do you do when the light turns blue with orange and lavender spots?” - A Light in the Attic


6. “She had blue skin,
And so did he.
He kept it hid
And so did she.
They searched for blue
Their whole life through,
Then passed right by-
And never knew.” - Every Thing On It



7. “ALICE
She drank from a bottle called DRINK ME
And she grew so tall,
She ate from a plate called TASTE ME
And down she shrank so small.
And so she changed, while other folks
Never tried nothin’ at all.” - Where the Sidewalk Ends



8. “So please get your rags
And your polishing jars,
Somebody has to go polish the stars.” - A Light in the Attic



9. “Tell me I’m clever,
Tell me I’m kind,
Tell me I’m talented,
Tell me I’m cute,
Tell me I’m sensitive,
Graceful and Wise
Tell me I’m perfect—
But tell me the TRUTH.” - Falling Up


10. “Underneath my outside face
There’s a face that none can see.
A little less smiley,
A little less sure,
But a whole lot more like me.” - Every Thing On It


11. “He wasted his wishes on wishing.” - Where the Sidewalk Ends


12. “I’ll take the dream I had last night
And put it in my freezer,
So someday long and far away
When I’m an old grey geezer,
I’ll take it out and thaw it out,
This lovely dream I’ve frozen,
And boil it up and sit me down
A dip my old cold toes in.” - A Light in the Attic



13. “Talked my head off
Worked my tail off
Cried my eyes out
Walked my feet off
Sang my heart out
So you see,
There’s really not much left of me.” - Every Thing On It


 
14. “I will not play at tug o’ war.
I’d rather play at hug o’ war,
Where everyone hugs
Instead of tugs,
Where everyone giggles
And rolls on the rug,
Where everyone kisses,
And everyone grins,
And everyone cuddles,
And everyone wins.” - Where the Sidewalk Ends


15. “All The Woulda-Coulda-Shouldas
Layin’ In The Sun,
Talkin’ ‘Bout The Things
They Woulda-Coulda-Shoulda Done…
But All Those Woulda-Coulda-Shouldas
All Ran Away And Hid
From One Little Did.” - Falling Up



16. “There are no happy endings.
Endings are the saddest part,
So just give me a happy middle
And a very happy start.” - Every Thing On It




quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Vai decorrer em Fevereiro o 1º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia



"A Fundação “O Século” leva a cabo em 2015 o 1º Encontro Internacional da Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, que terá lugar no Auditório Comendador Rui Nabeiro, entre 2 e 7 de Fevereiro.
Nesta data, iremos juntar escritores, ilustradores, editores, professores e estudiosos deste tipo de literatura, animadores do livro e da leitura. Sabemos que é fundamental que os meninos dos 4 cantos da lusofonia aprendam a falar de si e entre si através desta ponte que nos une e que é a língua e a literatura em língua portuguesa. Celebraremos, assim, a festa da língua num momento em que todos queremos reforçar os laços da lusofonia, nomeadamente, no campo da Literatura Infanto-Juvenil.
Trata-se de um desafio ambicioso, para o qual estamos certos de poder contar com o apoio a diversos níveis de instituições e empresas com atitudes também ambiciosas e que saibam entender a importância de pôr de pé mais uma forma de dar consistência civilizacional, humana e cultural ao grande desafio que se chama lusofonia.
Este é o primeiro encontro a congregar agentes da literatura infanto-juvenil de todos os países da Lusofonia, num espaço de intercâmbio de ideias e projectos.
Ao longo do encontro, haverá espaços para debates, apresentações de livros, conversas com autores e artistas, bem como uma feira do livro especializada no tema.
No último dia do evento estão ainda previstos ateliers de narração, de ilustração e de escrita.
Igualmente, serão organizadas nas escolas de Cascais e concelhos limítrofes sessões com autores. O evento tem como objectivo lançar uma rede lusófona de comunicação entre autores e editores, facilitando a comunicação destes com o público, através do desenvolvimento de uma plataforma web, que se pretende disponível para os cerca de 290 milhões de falantes lusófonos nativos e os cerca de 800 milhões de falantes totais no Mundo.
Fonte

Saiba mais AQUI.
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