terça-feira, 18 de abril de 2017

"Cinderella and the Furry Slippers": a minha resenha de uma versão muito divertida do conto tradicional

:)

"Cinderella and the Furry Slippers", de  , com ilustrações de , foi-me cedido pela Netgalley e pelo editor,  para que eu fizesse uma apreciação honesta deste livro. Não há de momento edição em português. O lançamento da versão original em inglês só está prevista para 10 de Outubro deste ano.
Publiquei a minha opinião no Goodreads com 4/5 estrelas e a seguinte "review":


"Cinderella and the Furry Slippers" is a modern version of the traditional tale. This poor girl, with the bad stepmother and the awful sisters, dreams with the prince she sees in the magazines. When a ball is announced, she makes a call for a godmother and asks her for a dress as she has seen in a fashion magazine…from now on nothing in this book is as we come to expect (not even the slippers!).
In the end, Cinderella runs from the disgusting prince and finds a job fair where she discovers new life perspectives. She finally feels empowered and independent, a princess of today to inspire nowadays girls.
The illustrations complement well the text: they are both great fun! This is a short tale for children who have a sense of humor and like to be surprised.
I was provided with an arc of this book by Netgalley and the publisher, so I could give an honest review.

O prazer da leitura em 7 ilustrações de Ester Garcia Cortes









quarta-feira, 12 de abril de 2017

Não coces!



DON'T SCRATCH

Don’t scratch at a mosquito bite.
It’s rude.  It’s crude.  It’s impolite.
Don’t scratch at scabs.
Don’t scratch your nose.
Don’t scratch the stuff between your toes.
Don’t ever scratch at chicken pox.
Or poison oak.
Or woolen socks.
(You know, sometimes I can’t recall
Why I have fingernails at all.)

Glynnis Campbell

sábado, 1 de abril de 2017

Vem aí mais um Dia Internacional do Livro Infantil! Fixe!

João Fazenda



No dia 2 de abril comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen. A partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.

Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2017, a DGLAB convidou o ilustrador João Fazenda, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser o autor da imagem do cartaz.

A mensagem do IBBY internacional, este ano da responsabilidade da Rússia, consta de um texto do escritor Sergey Makhotin (o texto traduzido está abaixo) e um cartaz do ilustrador Mikhail Fedorov. Pode ser encontrada AQUI.




Mikhail Fedorov



"VAMOS CRESCER COM O LIVRO!

Na minha primeira infância, gostava de construir casas com pequenas peças e
toda a espécie de brinquedos. Usava muitas vezes um livro ilustrado a fazer de
telhado. Nos meus sonhos, entrava na casa, deitava-me na cama feita com uma
caixa de fósforos e olhava para cima, para as nuvens ou para as estrelas do céu.
A escolha dependia da ilustração que preferia na altura.

Por intuição, segui as regras de vida das crianças que procuram criar um
ambiente seguro e confortável à sua volta. E o livro infantil ajudou-me muito a
atingir este objetivo.

Depois cresci, aprendi a ler, e o livro, na minha imaginação, começou a
assemelhar-se mais a uma borboleta, ou mesmo a um pássaro, do que ao
telhado de uma casa. As páginas do livro pareciam asas que batiam. Era como
se o livro, deitado no peitoril, quisesse sair pela janela aberta em direção ao
desconhecido. Segurava-o com as mãos e começava a lê-lo, e o livro ia ficando
cada vez mais calmo. Então eu próprio voava para outras terras e novos mundos,
alargando o espaço da minha imaginação.

Que alegria ter na mão um novo livro! De início, nunca sabemos sobre o que é
que ele fala. Resistimos à tentação de saltar para a última página. E como o
livro cheira bem! É impossível distribuirmos o seu cheiro pelos vários elementos
que o compõem: tinta, cola… não, é impossível. Existe um cheiro particular no
livro, um cheiro único e excitante. As folhas encontram-se coladas, como se o
livro não tivesse ainda acordado. E ele só acorda quando começamos a lê-lo.
Continuamos a crescer, e o mundo à nossa volta torna-se mais complicado.
Enfrentamos questões a que nem os adultos sabem responder. No entanto, é
importante partilhar dúvidas e segredos com alguém. E aí o livro volta a ajudarnos.
Muitos de nós terão um dia pensado: este livro fala sobre mim! E a
personagem favorita parece ser igual a nós. Tem problemas semelhantes, e
resolve-os com dignidade. E há outra personagem que não é igual a ti, mas tu
gostarias de seguir o seu exemplo, de ser tão corajoso e desembaraçado quanto
ela.

Quando há rapazes e raparigas que dizem “Não gosto de ler!”, isso faz-me rir.
Não acredito neles. Comem gelados, jogam jogos e veem filmes interessantes.
Dito de outro modo, gostam de se divertir! É que a leitura não serve apenas
para desenvolver sentimentos e personalidades, ela é, acima de tudo, um
prazer.

É sobretudo com essa missão que os autores de livros para a infância escrevem
os seus livros.

Sergey Makhotin
(tradução de Mª Carlos Loureiro a partir da versão inglesa de Yana Shvedova)

Fonte: DGLAB
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