terça-feira, 7 de novembro de 2017

"The Most Magnificent Thing": a minha review

"The Most Magnificent Thing", de Ashley Spires foi-me cedido pela Netgalley e pelo editor  para que eu fizesse uma apreciação honesta deste livro. Não há de momento edição em português. Publiquei a minha opinião na Amazon e no Goodreads com 4/5 estrelas e a seguinte "review":




"Congratulations to the author who was both the writer and the illustrator and has done a great job. The lesson in this book may seem easy and simplified for kids but it is a good reminder for grown-ups too (mainly me😊): don’t stress, let go of perfectionism and, if you are stuck, take a break, go for a walk to distance yourself from your work. When you come back you will have reinforced your creativity, gained clarity and a new perspective on the problem. Solutions will come easily. Don’t be too demanding or critical about yourself. It may affect your self-esteem.

The text has just the right amount of words to convey its meaning and the illustrations, with the neutral background where the characters in bright colors pop up, are lively and attractive. Loved the little dog. Children who have a “dog friend” are lucky kids. This is a short meaningful book “for all the little perfectionists of the world”.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Saiba quais os candidatos ao Prémio Literário Astrid Lindgren (ALMA) 2018


Ilustração de Marcus-Gunnar Pettersson


Astrid Lindgren Memorial Award  (ALMA), criado em 2002 pelo governo sueco, reconhece anualmente o trabalho de um autor, ilustrador ou organização na promoção da leitura e do livro infanto-juvenil e tem um valor monetário de  aproximadamente 580 mil euros. Nada mau!!!

Foram ontem (12 de Outubro), na Feira do Livro de Frankfurt, revelados os candidatos ao ALMA 2018. A lista dos 235 candidatos de 60 países pode ser consultada aqui.

De Portugal estão novamente nomeados o ilustrador e editor André Letria e a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez, que já tinham sido candidatos em edições anteriores e, pela primeira vez, o projeto de teatro Andante, vocacionado para a promoção de leitura.

Do Brasil foram nomeados a autora Ana Maria Machado e o autor/ilustrador Roger Mello.

Do universo da língua portuguesa, o prémio ALMA foi atribuído, em 2004, à escritora brasileira Lygia Bojunga.

Desejo boa sorte aos nossos nomeados.

Saiba mais no site oficial do Prémio.

Fonte: Plataforma escritores.online que está hoje de parabéns: existe à precisamente 1 ano. 


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Pequena leitora de Outono




Foi-se o Verão
Veio o vento
Levar as folhas douradas e
virar as tuas folhas com letras ,
meu livro
Posted by Picasa

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Grupo "Os Mosqueteiros" lançou livro infantil para apoiar os Bombeiros portugueses


Que bem merecem!



«Bombeiro dos pés à cabeça» é o nome do livro infantil lançado pelo Grupo "Os Mosqueteiros", detentor em Portugal das insígnias Intermarché, Bricomarché e Roady. O livro resulta de uma parceria entre o grupo e a Liga dos Bombeiros Portugueses. O objetivo da campanha é sensibilizar e envolver os mais novos para a prevenção dos incêndios e em simultâneo ajudar a angariar fundos para a compra de equipamentos de proteção individual de combate a incêndios florestais para os bombeiros portugueses. 

Saiba mais AQUI.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Little Lisbon, Invicta for Kids e Puzzle Room em Évora: estas cidades são para miúdos



Little Lisbon  - Lisbon For Kid

Um peddy paper em Alfama, uma caça ao azulejo na Mouraria, uma busca aos padrões na calçada portuguesa. Sim, há uma agência de viagens que desenhou visitas à cidade de Lisboa a pensar primeiro nos miúdos. E os graúdos agradecem.

A ideia não é entreter as crianças enquanto os pais palmilham uma cidade e lhes procuram os pontos que viram nos guias turísticos e em fotografias nas redes sociais. Pelo contrário, a proposta que faz a Little Lisbon  - Lisbon For Kids, é envolver toda a família em actividade que foram inicialmente pensadas para crianças mas que terminam numa experiência gratificante (e entusiasmante) para miúdos e graúdos.

A Little Lisbon – Lisbon for Kids  existe oficialmente há quase dois anos e meio, mas na cabeça de Mariana Sargo, a arquitecta paisagista que a fundou, começou a surgir bem mais cedo. “Foi depois de ser mãe que comecei a procurar este tipo de produtos, e em Portugal não os encontrava. Acabou por surgir a oportunidade, e agora já tenho quatro colaboradores a trabalhar comigo de forma a garantir resposta a todas as solicitações”, explica. As visitas podem ser feitas em inglês, espanhol, alemão e, claro, em português.




Mariana Sargo propõe-se a ajudar as famílias a traçar o seu próprio itinerário na cidade mas, admite, os serviços que mais procura têm na sua empresa são as visitas privadas que desenhou a pensar nas famílias. Programas como o “Lisboa essencial”, que passa pelas zonas da Ribeira das Naus, da Bica, do Bairro Alto ou o Chiado, ou o “Lisboa Alfacinha”, com passeios pelos bairros mais populares como a colina da Mouraria, o castelo ou o Bairro de Alfama, ajudam a conhecer a geografia; programas com temas como o terramoto de 1755 ou a Revolução dos Cravos ajudam a conhecer a história.

Cada um dos programas é atravessado por várias actividades distintas. O “Lisboa Alfacinha”, por exemplo, começa na Mouraria e implica uma subida ao castelo, passa por um pequeno peddy-paper em Alfama, uma caça aos azulejos na Mouraria, um passeio no eléctrico, uma paragem para comer um pastel de nata. Os turistas adoram — a família Wyld, composta pelos australianos Mark, Bec, Willow e Marley,  escreveu abundantemente sobre isso no seu blogue de viagens, para revelarem no final o quão espantadas ficaram as crianças com os quilómetros que palmilharam sem terem, sequer, dado por ela. Estavam de tal forma empenhadas em responder ao desafio de encontrar uma série de padrões diferentes na calçada portuguesa que tinham debaixo dos pés que nem se lembraram de se cansar.

Estes passeios podem ser realizados em qualquer dia da semana, duram entre três a quatro horas e têm um preço mínimo de 155 euros — é o “bilhete-família”, pensado para dois adultos e duas crianças; qualquer pessoa adicional pagará um extra de 15 euros. Para além destas propostas, desenhadas para quem está de passagem ou de visita na cidade, há outras actividades que são programadas com maior regularidade e que permitirão viver estas mesmas experiências, embora de maneira mais fragmentada — é perfeito para residentes, mas é também apropriado para programar visitas conciliando agendas, uma vez que a programação é conhecida com alguma antecedência. Por exemplo, para o dia 21 de Outubro está planeada uma visita-jogo ao Aqueduto das Águas Livres, numa actividade desenvolvida em parceria com o Museu da Água. E para 18 de Novembro está planeado um peddy-paper em Alfama. Estas actividades exigem inscrição prévia e custam 10€ euros por “família” (um adulto + uma criança), e cada participante extra paga seis euros.



Invicta for Kids na Casa do Infante





O ponto de partida, e de chegada, é sempre na Casa do Infante, porto de abrigo de uma iniciativa organizada por uma professora do ensino básico, Alexandra Magalhães, e que praticamente todos os meses sugere um roteiro pela cidade de forma a dar a conhecer às crianças (entre os seis e os 12 anos) um pouco da cidade do Porto de forma lúdica e divertida. A próxima actividade está marcada para dia 9 de Setembro (as inscrições devem ser feitas até dia 7) e inclui visita à igreja e miradouro de São Bento da Vitória, um peddy-paper na Cordoaria, e passagens nas Galerias de Paris e na loja A Vida Portuguesa, bem como um passeio de eléctrico. Decorre entre as 14h e as 17h e custa dez euros.


Puzzle Room em Évora



Em horário pós laboral à semana, e durante todo o dia ao fim-de-semana, é possível marcar com a Puzzle Room de Évora um peddy-paper que permite conhecer diferentes zonas da cidade e desvendar os seus enigmas. A palavra não foi escolhida ao acaso, porque é com tarefas e desafios de várias índoles que é possível passar à fase seguinte — e há crianças de várias idades a testemunhar o entusiasmo com que os desvendam. No início do jogo é fornecida uma mochila aos participantes com tudo o que precisam para poderem jogar. O mínimo de jogadores aconselhado é quatro pessoas e o máximo 15, e o preço por participante é de 10 euros. As marcações são feitas por telefone (961 648 451) ou email (evora@puzzleroom.pt)


Fonte: Luísa Pinto para o jornal Público em 15 de Agosto de 2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

"Ivy in Bloom": a minha review

"Ivy in Bloom" foi-me cedido pela Netgalley e pelo editor  para que eu fizesse uma apreciação honesta deste livro. Não há de momento edição em português. Publiquei a minha opinião na Amazon e no Goodreads com 4/5 estrelas e a seguinte "review":







“I'm Ivy Van Allsberg.
I'm waiting for spring.
I stare out the window
Looking for birds
Or flowers
Or even warm showers.
But I don't see any
such thing”.



Ivy in Bloom is a children's picture book written by Vanita Oelschlager and illustrated by Kristin Blackwood.  The publisher (Vanita Books) establishes the young readers advised age as 4-8. Yet, I don’t believe a four or five-year-old would enjoy everything this book offers. I imagine children 7 to 9 years old appreciating it more. And adults too, for this book obvious beauty and originality.

This book greatest merit is that it introduces poetry to children. And not any poetry: we are talking about Whitman, Dickinson, Longfellow, Browning, Wordsworth, Frost and others. It can look daunting to think of a small child reading long and even difficult passages of these poets but the author is smarter than that: Vanita Oelschlager combines her own poetry with single, short lines of classic poetry, creating an accessible, attractive, light text, in harmony with the beautiful, full page illustrations.

In the back of the book, the poet’s texts are presented in full, showing readers how the opening section, written by Vanita, transitions to them. The borrowed excerpts are highlighted in green.  

The unifying theme is the season’s transition. Ivy (just like me) is tired of long, sad Winters and wishes for Spring. Kristin Blackwood’s illustrations reflect well the progressive changing tone of the story. Depressing shades of gray (The world’s a smudge/Of brown and gray. The buds won’t budge. The sun stays away.) give way to vibrant joyful colors as spring blossoms.
See here what I mean:




This clever book is a fun way to introduce classic poetry to children and show them that they can express feelings through words.

I received this book as an eARC from the publisher and NetGalley in exchange for my honest review.
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