quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

"Qual o livro que mais gostaste de ler até hoje?": nova iniciativa este ano lectivo.




Tendo em conta o sucesso desta iniciativa no ano letivo 2016-2017, a Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses. Às crianças e jovens será dada a possibilidade, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostaram até hoje. Miúdos a votos conta com o apoio da Comissão Nacional de Eleições, do Plano Nacional de Leitura 2027, da Pordata, da Rádio Miúdos e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

A iniciativa é aberta a todas as escolas, sejam públicas ou privadas, abrangendo alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade e decorrerá durante o ano letivo de 2017-2018. É também alargada a estabelecimentos de ensino no estrangeiro que lecionem os mesmos anos de escolaridade e que tenham o Português como primeira língua. As eleições decorrerão no Dia Mundial do Livro, 23 de abril. O resultado do escrutínio, que apurará a lista dos livros que as crianças e jovens portugueses mais apreciam, segundo o ciclo de ensino que frequentam, será conhecido em junho, em data coincidente com a Feira do Livro de Lisboa.





Decorre até ao dia 22 de janeiro o recenseamento das escolas (formulário), em que as bibliotecas escolares/ escolas/ professores manifestam interesse em participar e a apresentação de candidaturas (formulário) em que os alunos indicam o livro que candidatam à eleição através do preenchimento dos respetivos formulários.

Todas as informações estão detalhadas no regulamento e qualquer dúvida poderá ser enviada para miudosavotos@visao.impresa.pt.





Saiba mais AQUI.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Marcadores de livros das Princesas do "Frozen" para imprimir


Clique para aumentar e imprimir.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Aí está uma boa razão para oferecer livros às crianças neste Natal


George, who played with a dangerous toy, and suffered a catastrophe of considerable dimensions



When George's Grandmamma was told
That George had been as good as Gold,
She promised in the Afternoon
To buy him an Immense BALLOON.

And so she did; but when it came,
It got into the candle flame,
And being of a dangerous sort
Exploded with a loud report!
The Lights went out! The Windows Broke!
The Room was filled with reeking smoke,
And in the darkness shrieks and yells
Were mingled with Electric Bells,
And falling masonry and groans,
And crunching, as of broken bones,
And dreadful shrieks, when, worst of all,
The House itself began to fall!
It tottered, shuddering to and fro,
Then crashed into the street below -
Which happened to be Saville Row.

When Help arrived, among the Dead
Were Cousin Mary, Little Fred,
The Footmen (both of them), the Groom,
The man that cleaned the Billiard-Room,
The Chaplain, and the Still-Room Maid.
And I am dreadfully afraid
That Monsieur Champignon, the Chef,
Will now be permanently deaf -
And both his Aides are much the same;
While George, who was in part to blame,
Received, you will regret to hear,
A nasty lump behind the ear.

Moral 

The moral is that little Boys
Should not be given dangerous Toys. 

Hilaire Belloc

Fonte: Bruaá

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Um poema delicioso sobre a preguiça e o não fazer nada, de Álvaro Magalhães

 


Fala a preguiça


Eu gosto tanto, tanto ,tanto
de estar quieta, muito parada,
de fazer nada, coisa nenhuma,
e de fazer isso, que é não fazer
e de não estar, não ir, também.
Eu cá faço nada e todos
me dizem que faço isso muito bem.

Faço arroz de nada, pudim de nada
(que não é nada, está-se mesmo a ver)
e é tudo muito bom, delicioso,
só por não ser preciso fazer.

Eu faço nada, sou um nadador,
mas não daqueles que nadam mesmo,
O que é cansativo, tão maçador;
é que nadar, cá para mim,
tem um defeito insuportável:
aquele erre que está no fim .

E não digam que não faço nada
porque eu faço isso o mais que posso
e se não faço mais é porque mesmo nada
fazê-lo muito é uma maçada.
Não quero ir. Ainda é cedo.
Que pressa é essa? Não pode ser!
Deixem-me estar porque eu hoje tenho
bastante nada para fazer.


Álvaro Magalhães, O Brincador
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